HMAR - Hospital Memorial Arthur Ramos (AL) — Prova 2020
Das lesões polipóides abaixo, a que apresenta maior potencial de degeneração maligna é:
Adenoma viloso > Adenoma tubuloviloso > Adenoma tubular em potencial de malignidade.
Entre os pólipos adenomatosos, o adenoma viloso possui o maior potencial de degeneração maligna devido à sua arquitetura histológica, que apresenta maior proporção de componente viloso. Pólipos hiperplásicos e hamartomas têm baixo ou nenhum potencial maligno.
Os pólipos colorretais são crescimentos anormais da mucosa do cólon e reto, sendo classificados em neoplásicos e não neoplásicos. A identificação e remoção de pólipos adenomatosos são cruciais na prevenção do câncer colorretal, pois a maioria dos carcinomas colorretais surge a partir da sequência adenoma-carcinoma. O conhecimento dos diferentes tipos de pólipos e seu potencial de malignidade é fundamental para a prática clínica e exames de residência. Entre os pólipos adenomatosos, a classificação histológica em tubular, tubuloviloso e viloso é determinante para o risco de malignidade. O adenoma tubular é o mais comum e tem o menor risco, enquanto o adenoma viloso, caracterizado por projeções digitiformes, apresenta o maior potencial de degeneração maligna, especialmente se for grande. O adenoma tubuloviloso tem um risco intermediário. Pólipos hiperplásicos e hamartomas são geralmente considerados benignos, com baixo ou nenhum potencial maligno, embora síndromes como a Polipose Juvenil ou Peutz-Jeghers, que envolvem hamartomas, aumentem o risco de câncer em outros locais. A vigilância endoscópica e a biópsia são essenciais para a correta classificação e manejo dos pólipos.
Os pólipos colorretais podem ser neoplásicos (adenomas) ou não neoplásicos (hiperplásicos, inflamatórios, hamartomatosos). Os adenomas são pré-malignos, com o adenoma viloso tendo o maior risco de progressão para câncer.
Adenomas tubulares são os mais comuns, com arquitetura glandular tubular. Adenomas vilosos têm projeções digitiformes longas e finas, com maior área de superfície e maior risco de displasia de alto grau e câncer invasivo.
Pólipos hiperplásicos são lesões não neoplásicas que resultam de proliferação celular benigna e não apresentam displasia. Geralmente, não progridem para câncer, embora alguns subtipos possam ter implicações em síndromes específicas.
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