IHOA - Instituto e Hospital Oftalmológico de Anápolis (GO) — Prova 2022
Com relação aos pólipos colorretais, assinale a alternativa incorreta:
PAF: Risco de câncer colorretal é de 100% se não tratada.
A Polipose Adenomatosa Familiar (PAF) é uma síndrome hereditária com risco de 100% de desenvolvimento de câncer colorretal se não houver colectomia profilática. Pólipos hiperplásicos são os mais comuns e geralmente benignos, enquanto adenomas (tubular, tubuloviloso, viloso) têm potencial maligno.
Pólipos colorretais são crescimentos anormais da mucosa do cólon e reto, sendo um achado comum em exames de colonoscopia. Eles são classificados histologicamente em não neoplásicos (como os hiperplásicos e inflamatórios) e neoplásicos (adenomas). Os adenomas, que incluem os tipos tubular, tubuloviloso e viloso, são precursores do câncer colorretal e sua identificação e remoção são cruciais para a prevenção. A incidência de carcinoma invasivo em um pólipo está diretamente relacionada ao seu tamanho e tipo histológico. Pólipos maiores que 1 cm e aqueles com componente viloso predominante apresentam maior risco de malignidade. A Polipose Adenomatosa Familiar (PAF) é uma síndrome autossômica dominante rara, caracterizada pelo desenvolvimento de centenas a milhares de pólipos adenomatosos no cólon e reto. A PAF é de extrema importância clínica, pois, se não tratada, leva ao câncer colorretal em praticamente 100% dos pacientes até a quarta década de vida. O manejo da PAF envolve vigilância endoscópica rigorosa e, frequentemente, colectomia profilática. Os pólipos hiperplásicos são os mais comuns, geralmente pequenos, localizados no cólon distal e considerados benignos, sem potencial maligno significativo.
Os pólipos adenomatosos são classificados como tubulares, tubulovilosos e vilosos, sendo os vilosos os que apresentam maior potencial de malignidade.
Pólipos maiores e com componente viloso significativo têm maior risco de conter carcinoma invasivo. O tamanho é um dos preditores mais importantes.
Pacientes com PAF têm um risco de quase 100% de desenvolver câncer colorretal até os 40 anos de idade, se não forem submetidos à colectomia profilática.
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