FMJ - Faculdade de Medicina de Jundiaí - Hospital Universitário (SP) — Prova 2024
Assinale a alternativa que apresenta o pólipo colorretal que tem a maior chance de evoluir para carcinoma.
Pólipo adenomatoso viloso → maior chance de evoluir para carcinoma colorretal.
Entre os pólipos colorretais, o pólipo adenomatoso viloso possui a maior chance de evoluir para carcinoma devido à sua arquitetura histológica, que apresenta maior grau de displasia e maior área de superfície epitelial em risco de transformação maligna.
Os pólipos colorretais são crescimentos anormais da mucosa do cólon e reto, sendo alguns precursores do câncer colorretal. A classificação histológica é crucial para determinar o risco de malignidade e a frequência do rastreamento. A via adenoma-carcinoma é a mais comum para o desenvolvimento do câncer colorretal. Entre os pólipos adenomatosos, o tipo viloso é o que apresenta a maior chance de evoluir para carcinoma. Isso se deve à sua arquitetura complexa, que favorece uma maior área de epitélio displásico e, frequentemente, um maior tamanho. Pólipos tubulares têm menor risco, enquanto os túbulo-vilosos apresentam risco intermediário. Pólipos hamartomatosos e hiperplásicos geralmente não têm potencial maligno. O manejo dos pólipos colorretais envolve a sua identificação e remoção por colonoscopia. A vigilância pós-polipectomia é guiada pelo tipo histológico, tamanho e número de pólipos, com o objetivo de prevenir o desenvolvimento do câncer colorretal e melhorar o prognóstico dos pacientes.
Os pólipos adenomatosos são classificados em tubulares (predominância de glândulas tubulares), vilosos (projeções digitiformes longas) e túbulo-vilosos (características mistas de ambos). Essa classificação histológica é crucial para determinar o risco de malignidade.
O pólipo viloso tem maior potencial de malignidade devido à sua maior área de superfície epitelial, maior frequência de displasia de alto grau e, frequentemente, maior tamanho, fatores que aumentam o risco de progressão para carcinoma.
A colonoscopia é fundamental para a detecção, biópsia e remoção de pólipos, interrompendo a sequência adenoma-carcinoma e prevenindo o câncer colorretal. A vigilância pós-polipectomia é adaptada ao risco.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo