HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2021
O polidrâmnio é resultante ou do aumento da produção do líquido amniótico ou da diminuição do seu consumo. O aumento da sua produção é observado, mais comumente, em casos de:
Diabetes Mellitus materno é causa comum de polidrâmnio por ↑ diurese fetal devido à hiperglicemia.
O polidrâmnio é uma condição em que há excesso de líquido amniótico. Uma das causas mais comuns de aumento da produção de líquido amniótico é o diabetes mellitus materno. A hiperglicemia materna leva à hiperglicemia fetal, que por sua vez causa diurese osmótica fetal aumentada, resultando em maior produção de urina fetal e, consequentemente, em polidrâmnio.
O polidrâmnio, caracterizado pelo excesso de líquido amniótico, é uma condição que afeta aproximadamente 1% a 2% das gestações e pode ser um indicativo de patologias maternas ou fetais. O líquido amniótico é dinamicamente regulado pela produção (principalmente urina fetal) e absorção (principalmente deglutição fetal). Um desequilíbrio nesse sistema leva ao polidrâmnio, que pode ser idiopático ou secundário a diversas causas. Entre as causas de polidrâmnio por aumento da produção de líquido amniótico, o diabetes mellitus materno é uma das mais comuns e importantes. A hiperglicemia materna não controlada resulta em hiperglicemia fetal, que, por sua vez, induz uma diurese osmótica no feto. O aumento da produção de urina fetal é o principal mecanismo que leva ao acúmulo excessivo de líquido amniótico nesses casos. Outras causas incluem anomalias congênitas fetais que afetam a deglutição (como atresia esofágica), infecções congênitas e síndromes genéticas. O diagnóstico de polidrâmnio é feito por ultrassonografia, avaliando o Índice de Líquido Amniótico (ILA) ou a maior bolsa. O manejo depende da causa subjacente, da gravidade e da idade gestacional. As complicações incluem parto prematuro, rotura prematura de membranas, prolapso de cordão umbilical e descolamento prematuro de placenta. O controle rigoroso do diabetes materno é fundamental para prevenir e manejar o polidrâmnio associado.
A principal causa de polidrâmnio por aumento da produção é o diabetes mellitus materno. A hiperglicemia materna leva à hiperglicemia fetal, que induz uma diurese osmótica no feto, resultando em maior produção de urina fetal e, consequentemente, acúmulo de líquido amniótico.
Além do diabetes materno, outras causas de polidrâmnio incluem anomalias congênitas fetais (especialmente as que afetam a deglutição, como atresia esofágica), infecções congênitas, gestações múltiplas (síndrome de transfusão feto-fetal), tumores fetais e hidropsia fetal.
O polidrâmnio é diagnosticado por ultrassonografia, através da medição do Índice de Líquido Amniótico (ILA) ou da maior bolsa. Complicações incluem parto prematuro, rotura prematura de membranas, prolapso de cordão, descolamento prematuro de placenta e disfunção uterina pós-parto.
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