Poliarterite Nodosa: Diagnóstico e Sinais Chave em Residentes

UERJ/HUPE - Hospital Universitário Pedro Ernesto (RJ) — Prova 2018

Enunciado

Homem de 50 anos procura assistência médica em razão de hipertensão arterial sistêmica de difícil controle, parestesias em membros inferiores (MMII) e sintomas constitucionais (febre intermitente, anorexia, astenia, mialgias e artralgias). Ao exame físico encontra-se hipocorado (+/4+), hidratado, acianótico, anictérico e afebril; PA = 180 x 110 mmHg; FC = 78 bpm; RCR 3T (B4); BNF; sem sopros; pulmões limpos; abdome sem alterações; sinais de orquite à direita; MMII com lesões cutâneas nodulares. O exame neurológico sugere mononeurite múltipla nos MMII. Exames complementares iniciais revelam aumento da velocidade de hemossedimentação, anemia normocítica/normocrômica, trombocitose leve e moderada retenção de escórias nitrogenadas (ureia = 88 mg/dl; creatinina = 3,2 mg/dl). Em exame trazido à consulta pelo paciente, marcadores virais da hepatite revelam apenas positividade à pesquisa do HBsAg. O exame complementar que poderá sustentar a hipótese diagnóstica mais provável para o adoecimento do paciente é:

Alternativas

  1. A) Pesquisa de FAN com título 1:640, padrão salpicado fino.
  2. B) Arteriografia renal, revelando pequenos aneurismas.
  3. C) Hemoculturas positivas para Streptococcus viridans.
  4. D) Hemoglobina glicada com valor superior a 7,5%.

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