Trauma Toracoabdominal: Manejo de Pneumotórax Oculto e Lesão Esplênica

IAMSPE/HSPE - Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público - Hospital do Servidor (SP) — Prova 2017

Enunciado

Jovem motorista de 26 anos, usando cinto de segurança, foi vítima de colisão automobilística em alta velocidade. Ele está alerta na cena e queixa-se de muita dor na região esternal. Na chegada ao pronto-socorro, está em Glasgow 15; sua pressão sistólica é de 120 mmHg e sua frequência cardíaca é de 95 bpm, saturando 98% em ar ambiente, sem dispneia ou taquipneia. Apesar da dor esternal, seu raio X de tórax é normal. Uma tomografia de corpo inteiro, solicitada pelo mecanismo de trauma, mostra um pneumotórax oculto, à direita, sem derrame pleural. Não há fratura de esterno. A tomografia abdominal mostra uma lesão esplênica grau III, sem blush. Considerando-se esse relato, o próximo passo deve ser: 

Alternativas

  1. A) Drenagem de tórax à D. 
  2. B) Observação sem drenagem.
  3. C)  Repetir raio X em 4/6 horas. 
  4. D) Repetir tomografia de tórax em 24 horas. 
  5. E) Drenagem de tórax, se houver necessidade de operar o abdome. 

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