Pneumotórax Pós-Acesso Subclávio: Diagnóstico e Manejo

INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2023

Enunciado

Uma paciente com 20 anos foi atendida na emergência de hospital secundário, vítima de queimadura acidental em membros superiores e parte anterior do tórax, ocorrida há 30 minutos. Consciente e orientada, queixa-se de dor no local das queimaduras e de náusea. Ao exame físico, observam-se membros superiores com hiperemia e bolhas em toda a extensão; pressão arterial de 80 × 50 mmHg, frequência cardíaca de 120 batimentos por minuto, frequência respiratória de 35 incursões respiratórias por minuto, índice de massa corporal de 40 Kg/m2. Foi realizada tentativa de acesso venoso central em veia femoral direita, sem sucesso. Acesso central subclávio direito bem-sucedido. Cerca de 25 minutos após o início da hidratação e da analgesia intravenosa, a paciente refere "falta de ar". Foi solicitado raio X de tórax, que mostrou a imagem a seguir.Considerando a complicação mais frequente no acesso venoso profundo por via subclávia no contexto do caso apresentado, a imagem mostra

Alternativas

  1. A) pneumotórax, impondo intervenção imediata para drenagem e descompressão.
  2. B) hemotórax, comprimindo estruturas e impondo intervenção imediata para drenagem e descompressão.
  3. C) hidrotórax, recomenda-se nova punção contralateral, via jugular, para se estabelecer nova via de acesso central.
  4. D) elevação diafragmática direita, por paralisia frênica, recomenda-se nova punção contralateral, via jugular, para se estabelecer nova via de acesso central.

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