Pneumotórax Hipertensivo Pediátrico: Conduta na Emergência

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2022

Enunciado

Uma paciente de dois anos de idade foi levada ao serviço de emergência com história de estar tratando uma pneumonia com cefalexina há quatro dias e, há um dia, vir apresentando piora do estado geral, prostração e inapetência. Ao exame, paciente em mau estado geral, agitada, toxemiada, afebril, com FC de 140 bpm, FR de 50 ipm, sat. de O₂ de 85% em nebulização, PA de 80 x 45 mmHg, MV presente bilateralmente e diminuído à esquerda, tempo de enchimento capilar de 3 segundos e pulsos periféricos finos. Decidiu-se intubar a paciente e, durante a preparação do material e das drogas pela equipe da enfermagem, estabeleceu ventilação com bolsa-valva-máscara. Após alguns minutos, ainda antes do procedimento, a paciente iniciou crise de tosse, com FC de 180 bpm, FR de 65 ipm, sat. de O₂ de 78% em ventilação com bolsa-valva-máscara e PA de 60 x 30 mmHg. A radiografia realizada na sala de emergência segue abaixo. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais indicada no momento. 

Alternativas

  1. A) 20 mL/kg SF 0,9% em bólus, em acesso intraósseo, repetir até duas vezes se não houver melhora clínica e iniciar antibioticoterapia de amplo espectro na sala de emergência
  2. B) 20 mL/kg SF 0,9% em bólus, em acesso intraósseo, repetir até duas vezes se não houver melhora clínica e iniciar droga vasoativa para a estabilização 
  3. C) 20 mL/kg SF 0,9% em bólus, em acesso intraósseo, repetir até duas vezes se não houver melhora clínica e iniciar droga vasoativa e antibioticoterapia de amplo espectro na sala de emergência
  4. D) sequência rápida de intubação e intubação imediata
  5. E) punção imediata de hemitórax esquerdo

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