Pneumotórax Hipertensivo em Asma Grave: Manejo de Emergência

Santa Casa de São Paulo - ISCMSP/FCMSCSP (SP) — Prova 2019

Enunciado

Um menino de doze anos de idade, asmático, com crises não controladas, apresentou quadro de tosse e cansaço há um dia, sem febre. Iniciou, nesse dia, em casa, salbutamol e prednisona, mas manteve quadro de tosse importante e piora da dispneia. Depois de uma hora desse quadro, sua mãe chamou o SAMU. Durante o transporte, apresentou parada respiratória, iniciando ventilação bolsa-valva-máscara com oxigênio a 100%. À entrada na emergência, foi realizada intubação orotraqueal com cânula 6,5, com Cuff, sem intercorrências. Foi colocado em ventilação pulmonar mecânica, modo assistido/controlado (PINSP 30 cmH2O, PEEP 5 cmH₂O, FR de 16 rpm e FiO₂ de 100%), apresentando saturação de O₂ de 85%, ausculta com diminuição de murmúrio vesicular à direita e sibilos difusos à esquerda. Evoluiu, após dez minutos, com parada cardíaca em atividade elétrica, sem pulso. Nesse caso hipotético, além das manobras de ressuscitação e epinefrina, deve-se considerar, na tentativa de reversão do quadro,

Alternativas

  1. A) desfibrilação com 2 J/kg.
  2. B) punção de provável pneumotórax.
  3. C) administração de bicarbonato de sódio se a reanimação for prolongada.
  4. D) troca da cânula orotraqueal por uma de maior tamanho, sem Cuff.
  5. E) aumentar PEEP para 8 cmH2O e FR para 20 rpm.

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