HEDA - Hospital Estadual Dirceu Arcoverde (PI) — Prova 2022
Maria 23 anos sofreu um acidente automobilístico e, em segundos, apresentava turgências jugular direita, ausculta diminuída à direita e percussão torácica esquerda com hipertimpanismo. A primeira abordagem recomendada é:
Trauma + Turgência jugular + Ausculta ↓ + Hipertimpanismo → Pneumotórax Hipertensivo = Descompressão imediata (toracocentese de alívio).
O pneumotórax hipertensivo é uma emergência médica que exige descompressão imediata. Os sinais clássicos incluem turgência jugular, ausculta pulmonar diminuída ou abolida e hipertimpanismo à percussão no lado afetado, além de desvio de traqueia e hipotensão. A toracocentese de alívio é a primeira abordagem, seguida de drenagem torácica.
O pneumotórax hipertensivo é uma emergência médica grave, frequentemente associada a traumas torácicos, que exige reconhecimento e intervenção imediatos. Caracteriza-se pelo acúmulo progressivo de ar na cavidade pleural, que não consegue sair, levando a um aumento da pressão intratorácica. Essa pressão comprime o pulmão ipsilateral, desvia o mediastino para o lado contralateral, prejudicando o retorno venoso e a função cardíaca, resultando em choque obstrutivo e insuficiência respiratória. O diagnóstico do pneumotórax hipertensivo é eminentemente clínico e não deve ser atrasado por exames complementares. Os sinais clássicos incluem dispneia intensa, dor torácica, taquicardia, hipotensão, turgência jugular, desvio da traqueia para o lado oposto, ausência ou diminuição do murmúrio vesicular e hipertimpanismo à percussão no hemitórax afetado. A presença desses sinais em um paciente traumatizado indica a necessidade de ação imediata. A conduta inicial e salvadora é a descompressão torácica imediata. Isso pode ser feito por uma toracocentese de alívio (punção com agulha calibrosa no 2º espaço intercostal na linha hemiclavicular ou, preferencialmente, no 5º espaço intercostal na linha axilar média). Após a descompressão, a drenagem torácica em selo d'água deve ser realizada para manter o pulmão expandido e permitir a saída contínua de ar. A demora na intervenção pode ser fatal.
Os sinais clássicos incluem dispneia intensa, dor torácica, taquicardia, hipotensão, turgência jugular, desvio da traqueia para o lado oposto, ausência ou diminuição do murmúrio vesicular e hipertimpanismo à percussão no hemitórax afetado.
A primeira abordagem é a descompressão torácica imediata, realizada por meio de uma toracocentese de alívio (punção com agulha calibrosa no 2º espaço intercostal na linha hemiclavicular ou, preferencialmente, no 5º espaço intercostal na linha axilar média).
O pneumotórax hipertensivo é um diagnóstico clínico e uma emergência com risco de vida iminente. A espera por exames de imagem pode atrasar a descompressão e levar à morte do paciente devido ao colapso hemodinâmico e respiratório.
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