Pneumotórax Hipertensivo: Diagnóstico e Conduta no Trauma

Faculdade de Medicina de Marília — Prova 2019

Enunciado

Homem, 23 anos, motoqueiro, encaminhado ao pronto-socorro devido à colisão moto x carro em alta velocidade. Após a colisão, foi arremessado a 5 metros de distância. Chega na sala de emergência inconsciente, escala de coma de Glasgow 8, trauma grave de face com fratura cominutiva e exposta da mandíbula, perda de dentes incisivos superiores e com sangramento ativo pela cavidade oral, hemitórax E com expansibilidade diminuída e ausculta pulmonar com murmúrio vesicular ausente, instabilidade pélvica. FAST (Focused Assessment Sonography in Trauma – Ultrassonografia focada no Trauma) positivo em espaço de Morrison, espaço espleno-cólico e pelve. Pressão arterial 60 x 40 mmHg; frequência cardíaca 130 batimentos/minuto; Sat O₂ 75%.Após abordagem da via aérea, trata-se a ventilação desse paciente por meio da

Alternativas

  1. A) realização de raio X de tórax na sala de emergência para melhor avaliação do tórax.
  2. B) punção torácica no 2º espaço intercostal, linha hemiclavicular E, seguida de drenagem torácica na altura do 4º espaço intercostal E, linha axilar média.
  3. C) passagem de cateter tipo pigtail no 2º espaço intercostal, linha hemiclavicular E.
  4. D) ventilação com 100% de O₂ por 30 minutos, seguida de tomografia de tórax.

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