CEPOA - Centro de Estudos e Pesquisas Oculistas Associados (RJ) — Prova 2018
Paciente previamente hígido, relata história de dor torácica súbita, durante o repouso, de caráter pleurítico, em pontada, sucedida de dispneia progressiva e tosse seca. Ao chegar no PS, a radiografia de tórax evidenciou pneumotórax. O diagnóstico mais provável é:
Dor torácica pleurítica súbita + dispneia + pneumotórax em hígido → Pneumotórax espontâneo.
O pneumotórax espontâneo primário ocorre em indivíduos previamente hígidos, geralmente jovens e magros, sem doença pulmonar subjacente aparente. A ruptura de blebs ou bolhas subpleurais é a causa mais comum, manifestando-se com dor torácica pleurítica súbita e dispneia.
O pneumotórax é a presença de ar no espaço pleural, resultando no colapso parcial ou total do pulmão. O pneumotórax espontâneo é classificado como primário quando ocorre em indivíduos sem doença pulmonar subjacente aparente, e secundário quando associado a uma doença pulmonar preexistente (ex: DPOC, fibrose cística). O pneumotórax espontâneo primário é mais comum em homens jovens, altos e magros, e fumantes, sendo a ruptura de blebs ou bolhas subpleurais a etiologia mais frequente. A apresentação clínica típica envolve o início súbito de dor torácica pleurítica, dispneia progressiva e tosse seca, frequentemente em repouso. Ao exame físico, pode-se encontrar diminuição ou ausência do murmúrio vesicular e hiperressonância à percussão no lado afetado. O diagnóstico é confirmado pela radiografia de tórax, que mostra a linha da pleura visceral separada da parede torácica e a ausência de trama vascular distal a essa linha. O manejo depende do tamanho do pneumotórax e da estabilidade clínica do paciente, variando desde a observação em casos pequenos e assintomáticos até a drenagem torácica ou intervenção cirúrgica para casos maiores, sintomáticos ou recorrentes. É crucial diferenciar do pneumotórax hipertensivo, uma emergência médica que requer descompressão imediata.
Os sintomas clássicos incluem dor torácica súbita, de caráter pleurítico (em pontada), que piora com a respiração, acompanhada de dispneia progressiva e tosse seca.
A causa mais comum é a ruptura de pequenas bolhas ou blebs subpleurais, que são pequenas saculações na superfície pulmonar, sem doença pulmonar subjacente aparente.
O diagnóstico é feito principalmente pela radiografia de tórax, que evidencia a presença de ar no espaço pleural e o colapso parcial ou total do pulmão, com ausência de trama vascular na área afetada.
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