SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2020
Paciente do sexo feminino, 32 anos de idade da entrada no centro cirúrgico para realizar videocirurgia laparoscópica de colecistectomia, devido ao diagnóstico de litíase biliar. A vídeo cirurgia laparoscópica foi um importante método que propicia tratamento cirúrgico com pequenas incisões, menos dor e menor tempo de hospitalização, de forma segura e efetiva. Com relação a colecistectomia videolaparoscopica, assinale a alternativa correta.
Pneumoperitônio em videocirurgia → CO2 (inerte, incolor, não explosivo) é o gás de escolha.
O dióxido de carbono é o gás de escolha para o pneumoperitônio na videocirurgia devido às suas propriedades de segurança, como ser inerte, incolor e não inflamável, minimizando riscos de explosão com eletrocautério ou laser. Além disso, é rapidamente absorvido e excretado pelo corpo.
A colecistectomia videolaparoscópica é o padrão-ouro para o tratamento da litíase biliar sintomática, oferecendo vantagens como menor dor pós-operatória, menor tempo de internação e recuperação mais rápida. A técnica revolucionou a cirurgia abdominal, tornando procedimentos complexos menos invasivos e mais seguros para os pacientes. É fundamental que residentes dominem os princípios e a técnica para garantir a segurança do paciente. Um dos pilares da videocirurgia é o pneumoperitônio, que cria um espaço de trabalho na cavidade abdominal. O dióxido de carbono (CO2) é o gás de escolha para essa finalidade devido às suas propriedades físico-químicas. Ele é inerte, incolor, não inflamável e, crucialmente, altamente solúvel no sangue, o que facilita sua rápida eliminação pelo sistema respiratório e minimiza o risco de embolia gasosa grave. A pressão intra-abdominal ideal geralmente varia entre 12-15 mmHg. A segurança do paciente é primordial em qualquer procedimento cirúrgico. A escolha do CO2, a técnica de acesso à cavidade (aberta ou fechada) e a possibilidade de realizar colangiografia intraoperatória (quando indicada) são aspectos cruciais. Complicações como lesões viscerais ou vasculares, embora raras, podem ocorrer, e o conhecimento aprofundado da anatomia e da técnica cirúrgica é essencial para preveni-las e manejá-las adequadamente.
O CO2 é preferido por ser inerte, incolor, não inflamável e altamente solúvel no sangue, o que permite sua rápida absorção e eliminação, reduzindo o risco de embolia gasosa e explosões durante o uso de eletrocautério.
Os métodos de acesso incluem a técnica aberta (Hasson) e a técnica fechada (Veress). A escolha depende da experiência do cirurgião e das características do paciente, visando minimizar o risco de lesões viscerais.
Não, a colangiografia intraoperatória pode e deve ser realizada em casos selecionados para identificar anatomia biliar, detectar cálculos residuais ou lesões, e não é contraindicada pelo risco de peritonite, que é baixo com técnica adequada.
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