PSI na Pneumonia: Classificação de Risco e Conduta

Unimed-Rio - Cooperativa de Trabalho Médico (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 65 anos, masculino, com história prévia de hipertensão arterial sistêmica e diabetes mellitus tipo 2, é atendido no Pronto Atendimento com quadro de febre há 3 dias até 39°C, prostatação, tosse produtiva e expectoração amarelada. Em seu exame físico apresenta-se lúcido, orientado, hidratado e corado, febril (38°C), levemente taquipneico (FR=28 irpm), taquicárdico (FC=110 bpm), PA 100 x 60 mmHg e estertores crepitante em 1/3 médio e base esquerda. Foram realizados hemograma completo, glicemia, bioquímica e radiografia simples de tórax com os seguintes resultados: A telerradiografia de tórax revelou imagem de condensação em língula com broncograma aéreo. Utilizando o PSI (Pneumonia Severity Index), como esse paciente deveria ser classificado e tratado com relação aos critérios de internação hospitalar?

Alternativas

  1. A) Baixo risco - tratamento ambulatorial. 
  2. B) Baixo risco - manter em observação e avaliar necessidade de internação.
  3. C) Risco moderado - internação hospitalar.
  4. D) Alto risco - internação hospitalar, considerar internação em UTI.

Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.

Responder questão no MedEvo