Pneumonia Atípica em Crianças: Diagnóstico e Tratamento com Macrolídios

Universidade Evangélica de Goiás — Prova 2019

Enunciado

Uma criança de 7 anos chega ao ambulatório com queixa de tosse persistente há quinze dias. No início a tosse era seca, contudo, tornou-se produtiva há cinco dias. Refere febre de no máximo 37,8° há oito dias, e ainda, coriza, odinofagia, astenia, rouquidão e cefaleia. Em seus antecedentes pessoais fisiológicos e patológicos. possui calendário vacinal atualizado e não há alterações significativas o nem doenças pregressas. Ao examiná-Ia. na ausculta pulmonar o médico constata presença de sibilos o crepitações finas. O Raio x de tórax evidencia infiltrado intersticial com condensacães irregulares peri- hilares. Diante do quadro, o plantonista prescreve penicilina. Sobre a conduta, verifica-se que o médico.

Alternativas

  1. A) errou ao prescrever um antibiótico betalactâmico, pois a principal hipótese diagnóstica, no caso, é pneumonia por Mycoplasma pneumonia. A indicação neste caso deveria ser de antibióticos macrolídios.
  2. B) errou ao prescrever penicilina, pois a principal hipótese diagnóstica, no caso, é asma sem evidência de quadro infeccioso associado.
  3. C) acertou ao prescrever um antibiótico beta lactâmico, pois, a principal hipótese diagnóstica é pneumonia por Mycoplasma pneumoniae, que responde bem a esse grupo de antibióticos.
  4. D) acertou ao prescrever penicilina, pois, a principal hipótese diagnóstica é de asma com evidência de quadro infeccioso associado.

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