INTO - Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia Jamil Haddad (RJ) — Prova 2015
Qual o germe mais frequente como causador de pneumonia febril em lactentes?
Pneumonia febril em lactentes → VSR é a causa viral mais comum.
Em lactentes, as pneumonias de etiologia viral são as mais frequentes, e o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é o principal agente etiológico, especialmente durante os meses de inverno. Embora bactérias como S. pneumoniae também causem pneumonia, a prevalência viral é maior nesta faixa etária.
A pneumonia é uma das principais causas de morbimortalidade em crianças pequenas, e seu manejo adequado é uma habilidade essencial para qualquer residente de Pediatria. Em lactentes, a etiologia viral é predominante, com o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) destacando-se como o agente mais comum, especialmente durante os períodos sazonais. A fisiopatologia da pneumonia viral envolve a inflamação e necrose das células epiteliais das vias aéreas, levando à obstrução e comprometimento da troca gasosa. O diagnóstico é clínico, baseado em sintomas como febre, tosse, taquipneia e desconforto respiratório, e pode ser confirmado por radiografia de tórax e testes rápidos para vírus. O tratamento da pneumonia viral é principalmente de suporte, com hidratação, oxigenoterapia e manejo da febre. Antibióticos são reservados para casos de suspeita de coinfecção bacteriana. É crucial para o residente saber diferenciar a apresentação clínica e epidemiológica das pneumonias virais e bacterianas para otimizar o tratamento e evitar o uso desnecessário de antibióticos.
A causa mais comum de pneumonia em lactentes é viral, sendo o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) o agente etiológico mais frequente, especialmente em crianças menores de 2 anos, durante os meses de sazonalidade.
A pneumonia bacteriana deve ser suspeitada em lactentes com febre alta persistente, toxicidade, leucocitose significativa, ou quando não há melhora com o tratamento de suporte para infecção viral após 48-72 horas.
Os sintomas incluem febre, tosse, taquipneia, sibilância, tiragem intercostal e batimento de asas nasais, podendo evoluir para desconforto respiratório grave, especialmente em prematuros e imunocomprometidos.
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