Pneumonia Pediátrica: Manejo Ambulatorial e Sinais de Alerta

Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2019

Enunciado

Considere o caso abaixo e a imagem da radiografia apresentados. Lia, 2 anos de idade, é levada ao pronto-socorro com queixa materna de febre (temperatura axilar medida entre 38,2 °C e 38,8 °e tosse há dois dias. A criança não apresenta nenhum antecedente patológico significativo, nunca precisou de atendimento de emergência e possui esquema vacinal adequado para a idade. No exame físico, encontra-se febril (38,6 °C), frequência cardíaca = 110 batimentos por minuto, frequência respiratória = 55 movimentos respiratórios por minuto, saturação de oxigênio de 96%, tempo de enchimento capilar de 2 segundos, ausculta pulmonar com roncos difusos e estertores crepitantes no hemitórax direito. Não existe nenhuma outra alteração no exame físico. A radiografia realizada é apresentada a seguir. A melhor conduta para o caso é/são:

Alternativas

  1. A) Orientações gerais para infecções de vias aéreas superiores e fisíoterapia respiratória domiciliar para tratamento da atelectasia.
  2. B) Internação para investigação cardiológica e tratamento da insuficiência cardíaca e da pneumonia. 
  3. C) Internação em Unidade de Terapia Intensiva para suporte ventilatório e antibioticoterapia.
  4. D) Antibioticoterapia domiciliar, retorno ao hospital na presença de sinais de alerta ou na persistência da febre, por mais de 48 horas, após o início do tratamento. 

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