SEMUSA (SMS) Macaé — Prova 2018
No que tange à pneumonias bacterianas em pediatria complicadas com derrame pleural, marque o agente etiológico mais freqüente:
Pneumonia bacteriana complicada com derrame pleural em pediatria → Streptococcus pneumoniae é o agente mais comum.
O Streptococcus pneumoniae é o principal agente etiológico das pneumonias bacterianas em crianças e, consequentemente, a causa mais frequente de complicações como o derrame pleural e o empiema. A vacinação contra pneumococo diminuiu a incidência, mas ainda é relevante.
A pneumonia bacteriana é uma das principais causas de morbimortalidade em crianças globalmente. Uma de suas complicações mais sérias é o derrame pleural parapneumônico, que pode evoluir para empiema se não for adequadamente tratado. O conhecimento do agente etiológico mais frequente é fundamental para a escolha empírica do tratamento antibiótico inicial. Historicamente e ainda hoje, o Streptococcus pneumoniae (pneumococo) é o patógeno bacteriano mais comumente isolado em casos de pneumonia e suas complicações, incluindo o derrame pleural, em crianças. Embora a vacinação pneumocócica conjugada tenha reduzido a incidência de doenças invasivas por sorotipos vacinais, outros sorotipos e cepas resistentes ainda circulam, mantendo o pneumococo como uma preocupação central. O manejo do derrame pleural parapneumônico em pediatria geralmente envolve antibioticoterapia adequada e, dependendo do volume e características do líquido pleural, pode requerer drenagem torácica. A identificação precoce e o tratamento agressivo são essenciais para prevenir a progressão para empiema e reduzir a morbidade e mortalidade.
O Streptococcus pneumoniae é o agente bacteriano mais comum de pneumonia em crianças e, historicamente, a principal causa de complicações como derrame pleural e empiema, apesar da vacinação.
O diagnóstico envolve exame físico (macicez, murmúrio vesicular diminuído), radiografia de tórax (opacificação, velamento do seio costofrênico) e ultrassonografia torácica para confirmar a presença e avaliar o volume do líquido.
Outros agentes incluem Staphylococcus aureus (especialmente em lactentes e após infecções virais), Haemophilus influenzae tipo b (menos comum devido à vacinação) e, mais raramente, Mycoplasma pneumoniae.
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