Pneumonia Pediátrica: Manejo Ambulatorial e Amoxicilina

SES-PE - Secretaria de Estado de Saúde de Pernambuco — Prova 2017

Enunciado

Mariana, 4 anos, é atendida no posto de saúde pelo médico do PSF de uma pequena cidade, com uma história de coriza, tosse e febre há 6 dias, sem outras queixas. Ao exame, apresenta-se com estado geral regular; taquipneica; afebril; corada; acianótica; sem sinais de desidratação; tempo de enchimento capilar < 2 segundos. Ausculta respiratória: diminuição de murmúrio vesicular em base direita, com estertores finos. FR = 44 irpm; SpO2 = 95%. Restante do exame físico sem alterações. Qual a conduta mais adequada para esse caso?

Alternativas

  1. A) Solicitar encaminhamentos a uma cidade de maior porte para realização de radiografia de tórax, hemograma e PCR. Após resultado desses exames, definir se tratamento ambulatorial ou internamento.
  2. B) Transferência para internamento. Iniciar ampicilina por via parenteral, e, pela piora do prognóstico das pneumonias, na presença de hipóxia deve ser administrado O2.
  3. C) Manter na cidade de origem. Prescrição de amoxicilina para casa, com orientação de reavaliar com 48 horas ou antes, se piorar.
  4. D) Manter na cidade de origem. Prescrição de antitérmicos e orientação de aumentar a ingesta hídrica. Orientação de reavaliar com 48 horas.
  5. E) Manter, inicialmente, na cidade de origem. Fazer antitérmico, broncodilatador na emergência, em 3 ciclos e corticoide oral. Caso não melhore, transferir para internamento.

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