Tratamento da Pneumonia por Pneumococo em Pediatria

SUS-SP - Sistema Único de Saúde de São Paulo — Prova 2025

Enunciado

Criança, 2 anos 8 meses de idade, previamente hígida, apresentou quadro de tosse e coriza há 5 dias, evoluindo com piora da tosse, febre persistente e cansaço. Exame físico: hidratada; hipocorada (+2/+4); ausculta cardíaca normal; ausculta pulmonar com murmúrio vesicular rude e diminuído em base esquerda frequência respiratório 35 irpm com esforço respiratório leve. Foi iniciado ceftriaxone. Hemocultura positiva para Streptococcus pneumoniae: S – SENSÍVEL: alta probabilidade de sucesso terapêutico, utilizando o regime de dosagem padrão do agente. I – SENSÍVEL AUMENTANDO EXPOSIÇÃO: alta probabilidade de sucesso terapêutico devido ao aumento da exposição ajustando‐se o regime de dosagem ou na sua concentração no local da infecção. R – RESISTENTE: alta probabilidade de falha terapêutica mesmo quando há aumento de tempo de exposição. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa correta:

Alternativas

  1. A) A ampicilina endovenosa não é uma opção terapêutica devido à alta probabilidade de falha terapêutica.
  2. B) Na possibilidade de transição para tratamento via oral, a amoxicilina deve ser administrada na dose 90-100 mg/kg/dia.
  3. C) Na possibilidade de transição para tratamento via oral, a amoxicilina com inibidor de betalactamase, clavulanato, deve ser administrada na dose 50 mg/kg/dia.
  4. D) Há alta probabilidade de falha terapêutica com ceftriaxone e, portanto, deve-se associar clindamicina ao regime terapêutico. E) Há alta probabilidade de falha terapêutica com ceftriaxone, e o regime deve ser trocado para vancomicina.

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