HUSE - Hospital de Urgência de Sergipe Gov. João Alves Filho — Prova 2021
Conforme as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia, para o manejo da pneumonia adquirida na comunidade(2018), está correto:
PAC: β-lactâmico + macrolídeo OU fluoroquinolona respiratória para internados; 5-7 dias tratamento; corticoides em PAC grave benéficos.
As diretrizes da SBPT 2018 para PAC abrangem a escolha de antibióticos para pacientes internados (combinação ou fluoroquinolona), a duração do tratamento (geralmente 5-7 dias), e o uso de corticoides em casos graves, que se mostrou benéfico. Para PAC ambulatorial sem comorbidades, monoterapia com β-lactâmico ou macrolídeo é recomendada.
A Pneumonia Adquirida na Comunidade (PAC) é uma infecção respiratória comum e uma das principais causas de morbimortalidade. As diretrizes da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) de 2018 fornecem um roteiro essencial para o manejo adequado, visando otimizar o tratamento e desfechos. As recomendações abordam desde a escolha de antibióticos, como a combinação de β-lactâmico e macrolídeo ou fluoroquinolona respiratória para pacientes internados, até a duração do tratamento, que geralmente é de 5 a 7 dias. Para casos ambulatoriais leves, monoterapia com β-lactâmico ou macrolídeo é uma opção. Um ponto importante é o uso de corticoides na PAC grave, que tem demonstrado segurança e benefícios em desfechos clínicos, incluindo uma possível redução da mortalidade. É fundamental que residentes estejam atualizados com essas recomendações para garantir a melhor prática clínica.
Para pacientes internados em enfermaria, recomenda-se β-lactâmico associado a um macrolídeo ou fluoroquinolona respiratória isolada. Em casos específicos, β-lactâmico isolado pode ser considerado se Legionella sp. for excluída.
A duração do tratamento para PAC geralmente varia de 5 a 7 dias, sendo suficiente na maioria dos casos, especialmente em infecções não graves. A gravidade da PAC pode influenciar a duração.
Sim, o uso de corticoides na PAC grave tem se mostrado seguro e benéfico em diversos desfechos clínicos, com metanálises sugerindo redução da mortalidade, especialmente em subgrupos com apresentação mais grave.
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