HMMG - Hospital e Maternidade Municipal de Guarulhos (SP) — Prova 2022
A plasmaférese consiste na separação do plasma e células sanguíneas:
Plasmaférese: plasma removido, células reinfundidas com albumina/plasma fresco.
Na plasmaférese terapêutica, o plasma do paciente é removido e substituído por uma solução de reposição, geralmente albumina a 5% ou plasma fresco congelado, enquanto as células sanguíneas são reinfundidas ao paciente. Isso remove componentes patogênicos do plasma.
A plasmaférese terapêutica é um procedimento extracorpóreo que visa remover componentes patogênicos do plasma sanguíneo do paciente. É amplamente utilizada em diversas doenças autoimunes, neurológicas e hematológicas, onde a remoção de anticorpos, imunocomplexos ou outras substâncias deletérias do plasma pode modular a resposta inflamatória e melhorar o quadro clínico. O processo envolve a coleta do sangue do paciente, a separação do plasma das células sanguíneas (eritrócitos, leucócitos e plaquetas) por centrifugação ou filtração. O plasma removido é então descartado, e as células sanguíneas são reinfundidas ao paciente, juntamente com uma solução de reposição plasmática. As soluções de reposição mais comuns são a albumina a 5% (frequentemente diluída em solução salina ou com gelatina) e o plasma fresco congelado (PFC). A albumina é preferida na maioria dos casos por ser segura e não transmitir infecções, enquanto o PFC é usado quando há necessidade de repor fatores de coagulação ou em pacientes com risco de sangramento. A compreensão desse mecanismo é fundamental para a correta indicação e manejo da terapia.
A plasmaférese terapêutica é um procedimento que remove o plasma sanguíneo do paciente, separando-o das células sanguíneas. O plasma removido, que contém substâncias patogênicas, é então descartado e substituído por uma solução de reposição.
As principais soluções de reposição são a albumina a 5% (frequentemente diluída em solução salina ou com gelatina) e o plasma fresco congelado (PFC). A escolha depende da condição clínica e da necessidade de fatores de coagulação.
A plasmaférese é indicada em diversas condições autoimunes e neurológicas, como síndrome de Guillain-Barré, miastenia gravis, púrpura trombocitopênica trombótica, e algumas vasculites, onde há autoanticorpos ou imunocomplexos circulantes.
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