FUBOG - Fundação Banco de Olhos de Goiás — Prova 2025
A saúde reprodutiva implica que a pessoa possa ter uma vida sexual segura e satisfatória, com autonomia para se reproduzir e a liberdade de decidir sobre quando e quantas vezes deve fazê-lo. Devem, portanto, ser ofertados a homens e mulheres adultos, jovens e adolescentes informações, acesso e escolha a métodos eficientes, seguros, permissíveis, aceitáveis e não contrários à Lei no 9.263/1996, além da oferta de outros métodos de regulação da fecundidade e o direito ao acesso a serviços apropriados de saúde para pré-natal, parto e puerpério. Neste contexto, é CORRETO afirmar:
Planejamento reprodutivo = direito universal, engloba todos os grupos etários e status sexual, com foco em autonomia e informação.
O planejamento reprodutivo é um direito fundamental que visa garantir a autonomia das pessoas sobre sua vida sexual e reprodutiva, oferecendo informações, acesso a métodos e serviços de saúde para todos os indivíduos, independentemente de idade, orientação sexual ou estado civil.
A saúde reprodutiva é um conceito abrangente que garante o direito de indivíduos e casais de decidir livre e responsavelmente sobre o número, espaçamento e momento de ter filhos, e de ter acesso à informação e aos meios para fazê-lo. Isso inclui o direito a uma vida sexual segura e satisfatória, e a liberdade de decidir sobre a reprodução, sem coerção, discriminação ou violência. O planejamento reprodutivo, nesse contexto, é um conjunto de ações que visam promover esses direitos. No Brasil, o planejamento reprodutivo é regulamentado pela Lei nº 9.263/1996 e é um direito de todo cidadão, oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Ele não se limita apenas à oferta de métodos contraceptivos, mas engloba um espectro maior de ações, incluindo aconselhamento, educação sexual, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), e o acesso a serviços de pré-natal, parto, puerpério e tratamento da infertilidade. É crucial que o planejamento reprodutivo seja acessível a todos os grupos populacionais, incluindo adultos, jovens e adolescentes, com ou sem parceiros estáveis, e aqueles que se preparam para iniciar sua vida sexual. A oferta de informações e métodos deve ser imparcial, segura e adaptada às necessidades individuais, visando a autonomia e o empoderamento das pessoas em suas escolhas reprodutivas. Ações de planejamento reprodutivo para populações específicas, como mulheres lésbicas e bissexuais, são igualmente importantes, pois elas também necessitam de acesso a informações e serviços de saúde sexual e reprodutiva.
Saúde reprodutiva é um estado de completo bem-estar físico, mental e social em todos os aspectos relacionados ao sistema reprodutivo e suas funções e processos, implicando vida sexual segura e satisfatória, e liberdade de decidir sobre a reprodução.
Os pilares incluem a oferta de informações, acesso e escolha a métodos contraceptivos eficientes e seguros, além de serviços de pré-natal, parto, puerpério e tratamento da infertilidade, garantindo autonomia e direitos.
Não, o planejamento reprodutivo se aplica a todos os indivíduos, independentemente de terem parceiros estáveis ou não, e inclui jovens, adolescentes e adultos, abordando desde a prevenção de gravidez indesejada até o apoio à concepção.
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