HFCF - Hospital Federal Cardoso Fontes (RJ) — Prova 2015
Uma gestante apresenta placentomegalia, neste caso esta alteração está associada a:
Placentomegalia → investigar hidropsia fetal e suas causas, como eritroblastose fetal.
Placentomegalia, definida como uma placenta com peso ou espessura acima do normal para a idade gestacional, é um sinal importante que pode indicar diversas condições patológicas. A eritroblastose fetal, que leva à hidropsia fetal, é uma das causas mais comuns e graves de placentomegalia, devido ao edema e hiperplasia da placenta.
Placentomegalia é uma condição na qual a placenta apresenta um tamanho ou peso excessivo para a idade gestacional, sendo um achado ultrassonográfico que demanda investigação. É definida quando a espessura da placenta em milímetros excede a idade gestacional em semanas, ou quando o peso placentário excede o percentil 90 para a idade gestacional. Esta alteração pode ser um indicativo de diversas patologias maternas ou fetais. Entre as causas mais significativas, destaca-se a eritroblastose fetal, também conhecida como doença hemolítica perinatal. Nesta condição, anticorpos maternos atravessam a placenta e destroem os eritrócitos fetais, levando à anemia grave, hidropsia fetal (edema generalizado) e, consequentemente, ao aumento do volume placentário devido ao edema e hiperplasia compensatória. Outras causas importantes de placentomegalia incluem diabetes mellitus materno mal controlado, infecções congênitas (como sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus), tumores placentários (corioangioma) e síndromes genéticas. O diagnóstico e a identificação da causa da placentomegalia são cruciais para o manejo adequado da gestação e para a prevenção de complicações maternas e fetais, exigindo monitoramento rigoroso e, em alguns casos, intervenções terapêuticas específicas.
Placentomegalia é o aumento do tamanho ou peso da placenta para a idade gestacional. É diagnosticada por ultrassonografia, quando a espessura da placenta é maior que a idade gestacional em milímetros (ex: 25mm para 25 semanas).
Na eritroblastose fetal, a destruição dos eritrócitos fetais leva à anemia grave, hidropsia fetal (edema generalizado) e insuficiência cardíaca. A placenta se torna edemaciada e hiperplásica em resposta à anemia e ao aumento da demanda metabólica.
Além da eritroblastose fetal, outras causas incluem diabetes mellitus materno (mal controlado), infecções congênitas (sífilis, toxoplasmose, citomegalovírus), tumores placentários (corioangioma), síndromes genéticas e hidropsia fetal não imune.
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