Santa Casa de Alfenas - Casa de Caridade (MG) — Prova 2020
A síndrome que acompanha os quadros de Placenta Prévia é frequentemente caracterizada pela:
Placenta prévia = sangramento vaginal vermelho vivo, indolor, no terceiro trimestre.
A placenta prévia é caracterizada por sangramento vaginal indolor, de cor vermelho vivo, que ocorre tipicamente no terceiro trimestre da gestação. Essa característica a diferencia de outras causas de sangramento, como o descolamento prematuro de placenta, que cursa com dor abdominal.
A placenta prévia é uma condição obstétrica na qual a placenta se implanta total ou parcialmente sobre o orifício interno do colo uterino, após 20 semanas de gestação. É uma das principais causas de hemorragia no terceiro trimestre, associada a riscos significativos para a mãe e o feto, incluindo parto prematuro, hemorragia grave e necessidade de transfusão sanguínea. A característica clínica mais marcante da placenta prévia é a hemorragia vaginal indolor, de sangue vermelho vivo, que geralmente ocorre de forma intermitente e progressivamente mais intensa à medida que a gestação avança. Essa ausência de dor abdominal é um diferencial crucial em relação a outras causas de sangramento no terceiro trimestre, como o descolamento prematuro de placenta. O diagnóstico é confirmado por ultrassonografia transvaginal, que é mais precisa na localização da placenta. O manejo da placenta prévia depende da idade gestacional, da quantidade de sangramento e do tipo de placenta prévia. Em casos de sangramento leve e gestação pré-termo, o manejo pode ser expectante, com repouso e monitoramento. Em gestações a termo ou com sangramento intenso, o parto (geralmente cesariana) é indicado. É fundamental evitar o toque vaginal em pacientes com suspeita de placenta prévia antes da confirmação ultrassonográfica, devido ao risco de desencadear hemorragia maciça.
A principal característica é a hemorragia vaginal indolor, de sangue vermelho vivo, que ocorre geralmente no terceiro trimestre da gestação, sem causa aparente ou trauma.
O diagnóstico de placenta prévia é feito por ultrassonografia, que identifica a implantação da placenta sobre ou muito próxima do orifício interno do colo uterino.
A placenta prévia pode ser classificada como total (cobre completamente o orifício interno), parcial (cobre parcialmente), marginal (atinge a margem do orifício interno) ou baixa (próxima, mas não atingindo o orifício interno).
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