CMC - Fundação Centro Médico de Campinas (SP) — Prova 2023
Em relação à placenta prévia, assinale um fator não relacionado:
Fatores de risco placenta prévia: multiparidade, cesariana prévia, tabagismo, cocaína, idade >35 anos. Pré-eclâmpsia NÃO é fator.
A placenta prévia é uma condição obstétrica grave onde a placenta se insere total ou parcialmente no segmento inferior do útero, cobrindo ou estando muito próxima do orifício interno do colo. Seus fatores de risco incluem multiparidade, cesariana anterior, tabagismo e uso de cocaína, mas não a pré-eclâmpsia.
A placenta prévia é uma condição obstétrica grave definida pela implantação da placenta total ou parcialmente no segmento inferior do útero, cobrindo ou estando muito próxima do orifício interno do colo uterino. É uma das principais causas de hemorragia anteparto e está associada a morbimortalidade materna e perinatal significativa. O diagnóstico é geralmente feito por ultrassonografia no segundo ou terceiro trimestre da gravidez. Diversos fatores de risco estão bem estabelecidos para o desenvolvimento de placenta prévia. Entre eles, destacam-se a multiparidade, história de cesariana anterior (devido à presença de cicatrizes uterinas que alteram a decídua), curetagem uterina prévia, idade materna avançada (geralmente acima de 35 anos), tabagismo e uso de cocaína. A gestação múltipla também aumenta o risco devido à maior área placentária. É crucial diferenciar os fatores de risco da placenta prévia de outras complicações da gravidez. A pré-eclâmpsia, por exemplo, embora seja uma complicação grave, não é um fator de risco para placenta prévia. Seus fatores de risco são distintos e incluem nuliparidade, histórico de pré-eclâmpsia, hipertensão crônica, diabetes, entre outros. O manejo da placenta prévia depende da idade gestacional, do tipo de placenta prévia e da estabilidade hemodinâmica da mãe, podendo envolver repouso, monitoramento e, em muitos casos, parto cesariano eletivo.
Os principais fatores de risco para placenta prévia incluem multiparidade, cesariana anterior, curetagem uterina prévia, idade materna avançada (>35 anos), tabagismo, uso de cocaína e gestação múltipla.
A cesariana anterior aumenta o risco de placenta prévia devido à presença de cicatrizes uterinas. A placenta tende a se implantar em áreas com menor vascularização ou com alterações na decídua, como as cicatrizes, buscando um local mais favorável.
Placenta prévia está associada a fatores que alteram a implantação placentária (multiparidade, cicatrizes uterinas). Pré-eclâmpsia está ligada a fatores que afetam a placentação e a resposta inflamatória materna (nuliparidade, histórico familiar, doenças crônicas), não sendo um fator de risco para placenta prévia.
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