Santa Casa de Limeira (SP) — Prova 2020
A placenta de inserção baixa deve ser suspeitada nos casos de:
Placenta prévia/inserção baixa → Multiparidade + cesariana anterior + sangramento 2º/3º trimestre.
A placenta de inserção baixa ou prévia é uma condição em que a placenta se implanta total ou parcialmente no segmento inferior do útero, cobrindo ou estando muito próxima do orifício interno do colo uterino. Fatores de risco incluem multiparidade, cesarianas anteriores, curetagens, idade materna avançada e tabagismo. O sangramento é tipicamente indolor, vermelho vivo e recorrente.
A placenta de inserção baixa, ou placenta prévia, é uma condição obstétrica grave caracterizada pela implantação da placenta no segmento inferior do útero, cobrindo total ou parcialmente o orifício interno do colo uterino. Sua prevalência é de aproximadamente 1 em 200 gestações a termo e é uma das principais causas de hemorragia no terceiro trimestre, associada a morbimortalidade materna e perinatal significativas. Os fatores de risco incluem multiparidade, história de cesariana anterior (o que aumenta o risco de acretismo placentário), curetagens uterinas, idade materna avançada, tabagismo e gestação múltipla. O quadro clínico clássico é o de sangramento vaginal indolor, de cor vermelho vivo, que geralmente se inicia após a 20ª semana de gestação. O sangramento pode ser espontâneo ou provocado por coito ou exame vaginal. O diagnóstico é realizado por ultrassonografia transvaginal, que é o método mais preciso para localizar a placenta. É fundamental evitar o toque vaginal em casos de sangramento no terceiro trimestre antes de excluir placenta prévia. O manejo depende da idade gestacional, da quantidade de sangramento e do tipo de placenta prévia, podendo variar de conduta expectante a parto cesariano de emergência.
Os principais fatores de risco incluem multiparidade, cesarianas anteriores, curetagens uterinas, idade materna avançada, tabagismo, gestação múltipla e história de placenta prévia em gestação anterior.
A principal manifestação é o sangramento vaginal indolor, de cor vermelho vivo, que geralmente ocorre no segundo ou terceiro trimestre da gestação. Pode ser intermitente e de intensidade variável.
O diagnóstico é feito principalmente por ultrassonografia transvaginal, que permite visualizar a localização da placenta em relação ao orifício interno do colo uterino. É importante confirmar o diagnóstico após 20 semanas de gestação.
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