CBO Teórica 1 - Prova de Bases da Oftalmologia — Prova 2018
Com relação às placas esclerais do idoso, podemos afirmar:
Placas esclerais senis = Hialinização + Transparência (não é afinamento real).
Áreas de hialinização e calcificação na esclera anterior de idosos tornam o tecido translúcido, permitindo a visualização da úvea subjacente.
As placas esclerais senis são achados comuns em exames de rotina de pacientes idosos e não requerem tratamento. Elas representam uma alteração estrutural onde o colágeno escleral sofre um processo de desidratação e hialinização, tornando-se rígido e transparente. Clinicamente, apresentam-se como manchas acinzentadas ou azuladas, geralmente ovais, localizadas bilateralmente entre o limbo e a inserção dos músculos retos. É fundamental diferenciar essas placas de condições inflamatórias ou sistêmicas, como a esclerite necrosante, onde há dor e inflamação ativa, ausentes na degeneração senil.
São áreas de degeneração benigna da esclera que ocorrem com o envelhecimento, caracterizadas por hialinização e, por vezes, calcificação das fibras colágenas esclerais.
Localizam-se tipicamente na esclera anterior, logo à frente da inserção dos músculos retos horizontais (medial e lateral), e não na região paralimbar superior/inferior.
A hialinização torna a esclera mais translúcida. Como a esclera perde sua opacidade branca característica, a cor escura da úvea (coroide/corpo ciliar) subjacente torna-se visível, criando a ilusão de afinamento ou buraco.
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