PMF - Prefeitura Municipal de Franca (SP) — Prova 2020
É considerado pela Organização Mundial de Saúde o mais importante determinante isolado das chances de sobrevivência da criança:
OMS: Peso ao nascer = determinante isolado mais importante da sobrevivência infantil.
O peso ao nascer é um indicador crítico da saúde neonatal e infantil, sendo considerado pela OMS o determinante isolado mais importante da sobrevivência da criança devido à sua forte correlação com a morbimortalidade.
O peso ao nascer é um dos indicadores mais robustos da saúde e do bem-estar de um recém-nascido, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) o reconhece como o determinante isolado mais importante das chances de sobrevivência infantil. Bebês nascidos com baixo peso (menos de 2.500 gramas) enfrentam riscos significativamente maiores de morbidade e mortalidade neonatal e infantil. A fisiopatologia do baixo peso ao nascer pode ser multifatorial, envolvendo prematuridade (nascimento antes de 37 semanas de gestação) ou restrição de crescimento intrauterino (RCIU), onde o bebê não cresce adequadamente no útero. Fatores maternos como desnutrição, infecções, hipertensão, diabetes gestacional mal controlada, tabagismo e uso de substâncias ilícitas contribuem para esses desfechos. A importância clínica reside na necessidade de intervenções pré-natais eficazes para otimizar o crescimento fetal e prevenir o parto prematuro. O acompanhamento do peso ao nascer permite identificar populações de risco e direcionar recursos de saúde pública para melhorar a sobrevida e o desenvolvimento infantil, sendo um ponto crucial para a saúde materno-infantil.
Bebês com baixo peso ao nascer (<2500g) têm maior risco de mortalidade neonatal e infantil, problemas respiratórios, infecções, hipotermia, hipoglicemia e atrasos no desenvolvimento.
O baixo peso ao nascer está associado a um risco aumentado de doenças crônicas na vida adulta, como hipertensão, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, um conceito conhecido como 'programação fetal'.
As causas incluem prematuridade, restrição de crescimento intrauterino (RCIU), desnutrição materna, infecções durante a gravidez, tabagismo e uso de drogas pela mãe.
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