Gravidez Ectópica: Fatores de Risco Pós-Salpingostomia

UFPB/HULW - Hospital Universitário Lauro Wanderley - João Pessoa (PB) — Prova 2016

Enunciado

O manejo de uma emergência ginecológica e a decisão de realizar ou não uma intervenção cirúrgica fará toda a diferença no resultado final, visto os riscos de morbimortalidade para a paciente. Está CORRETO afirmar que:

Alternativas

  1. A) O tratamento expectante da gravidez ectópica é viável em pacientes com beta-hC G maior que 1.000 mUI/ml.
  2. B) O tratamento com metotrexato deve ser repetido quando, após dose única, o nível de beta-hCG não cair pelo menos 50% entre os dias 4 e 7.
  3. C) Níveis baixos de beta-hCG, ausência de batimentos cardíacos e ruptura tubária completa são considerados parâmetros para o sucesso de uma salpingostomia no tratamento da gravidez ectópica.
  4. D) Os principais fatores associados à persistência de tecido trofoblástico no tratamento laparoscópico da gestação ectópica são gravidez precoce, gestação ectópica menor que 2 cm e beta-hCG menor que 3.000 UI/L.
  5. E) Nos casos de torção anexial, o anexo esquerdo é acometido com maior frequência que o direito. Isto porque o ligamento útero-ovariano esquerdo é mais alongado que o direito.

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