PCA em Prematuros: Diagnóstico e Manejo com Ibuprofeno

SMS João Pessoa - Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa (PB) — Prova 2022

Enunciado

Na maior maternidade da Paraíba, admitido Recém-nascido de parto cesáreo por sofrimento fetal identificado por ecografia e monitorização da frequência cardíaca fetal. Mãe 17 anos. Realizou 7 consultas de pré-natal, primigesta sem história de aborto, realizou parto cesário de urgência e sorologias negativas coletadas a menos de 30 dias, internada, com bolsa íntegra, por pré-eclâmpsia, sem melhora com uso de sulfato de magnésio. Recebeu uma dose de betametasona antes da cirurgia. Idade gestacional obstétrica (DUM) de 31 semanas, Apgar 7 e 9 ao primeiro e quinto minuto de vida sem necessidade de reanimação. Recebeu diagnóstico de Doença da Membrana Hialina. Após os cuidados iniciais de UTI neonatal, neonato em ventilação não invasiva com máscara nasal. No terceiro dia de vida evoluiu com tórax hiperdinâmico, necessidade de aumento de parâmetros ventilatórios e Sopro sistólico ou contínuo BEEA (região infraclavicular). Qual a melhor estratégia para abordagem clínica desta criança.

Alternativas

  1. A) Radiografia do tórax, hemograma com plaquetas e hemocultura e inicio antibioticoterapia.
  2. B) Realização de ecocardiograma funcional para avaliar direção do canal, tamanho do fluxo e sendo de cerca de 3 mm, solicito função renal, ultrassonografia transfontanelar e inicio ibuprofeno.
  3. C) Intubação orotraqueal, segunda dose de surfactante e antibioticoterapia combinada de amplo espectro.
  4. D) Realização de ecocardiograma funcional para avaliar direção do canal, tamanho do fluxo e sendo de cerca de 1,5mm, solicito função renal, ultrassonografia transfontanelar e inicio ibuprofeno.

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