Peritonite Secundária: Manejo Urgente em Choque Séptico

USP/HCRP - Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (SP) — Prova 2015

Enunciado

Homem, 65 anos, diabético e hipertenso, é trazido ao pronto-socorro de um hospital terciário por familiares com queixa de dor abdominal há 10 dias e piora nas últimas 4 horas. Exame físico: desidratado; FR = 28 irpm; FC = 100 bpm; PA = 110 x 90 mmHg; T = 38ºC. Nas últimas horas, urinou menos de 0,3 ml/kg/h. Abdome com sinais de peritonismo. Exames laboratoriais: gasometria arterial – pH = 7,2; pCO2 = 30 mmHg; pO2 = 80 mmHg; HCO3 = 15 mEq/L; BE = -3; saturação de O2 = 90%. Amilase = 210 U/L. Após o início da reanimação volêmica, a melhor sequência de conduta para o doente é:

Alternativas

  1. A) Complementar investigação com tomografia de abdome, colher hemocultura e aguardar diagnóstico etiológico para iniciar antibioticoterapia.
  2. B) Colher hemocultura, iniciar antibioticoterapia empiricamente para peritonite secundária e encaminhar doente para laparotomia.
  3. C) Complementar investigação com ultrassom de abdome, colher hemocultura, iniciar droga vasoativa e iniciar antibioticoterapia empiricamente para peritonite secundária.
  4. D) Colher hemocultura, iniciar droga vasoativa, laparotomia para controle do foco de infecção e aguardar diagnóstico etiológico para iniciar antibioticoterapia.

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