PBE em Cirrose: Diagnóstico Urgente e Conduta Inicial

Centro Universitário do Espírito Santo - UNESC Colatina — Prova 2024

Enunciado

Mulher de 56 anos de idade, com cirrose hepática secundária à hepatite autoimune, é hospitalizada com história de dor abdominal, diarreia e febre não aferida há 3 dias. Medicações de uso domiciliar incluem: azatioprina 100 mg/dia, espironolactona 100 mg/dia, furosemida 40 mg/dia e propranol 40 mg/dia. Ao exame físico: apresenta ascite moderada, flapping, temperatura: 38,5ºC, FC: 96 bpm, pressão arterial 98/60 mmhg. Resultado de exames laboratoriais revelam HB: 11g/dl (VCM: 89 / HCM: 27); contagem de leucócitos: 12.400/µL sem desvio; plaquetas: 104.000/µL; CR: 2 mg/dl; UR: 85 mg/dl; albumina 2,6 mg/dl; bilirrubina total: 3,5 mg/dl e INR: 2,8. Levando-se em conta o quadro clínico da paciente, qual é a causa mais provável da descompensação e a conduta inicial?

Alternativas

  1. A) Síndrome hepatorrenal – manter diuréticos e iniciar antibioticoterapia empírica.
  2. B) Peritonite bacterina espontânea – iniciar antibioticoterapia empírica e administrar plasma fresco para realizar paracentese quando INR<1,5.
  3. C) Síndrome hepatorrenal – iniciar infusão de albumina e realizar paracentese apenas quando INR estiver <1,5.
  4. D) Peritonite bacteriana espontânea – iniciar antibioticoterapia empírica e realizar paracentese independente do INR.
  5. E) Peritonite bacteriana espontânea - realizar infusão de albumina e realizar paracentese após infusão de plasma para normalização do INR.

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