SMS-SP - Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo — Prova 2021
O fármaco utilizado para pericardite aguda é a (o)
Pericardite aguda → AINEs (ibuprofeno) + colchicina para reduzir recorrência.
O tratamento de primeira linha para pericardite aguda, na ausência de contraindicações, geralmente envolve anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno, para alívio da dor e inflamação. A colchicina é frequentemente adicionada para reduzir o risco de recorrência.
A pericardite aguda é uma inflamação do pericárdio, a membrana que envolve o coração, frequentemente manifestada por dor torácica pleurítica que melhora ao sentar e inclinar-se para frente. É uma condição comum, e seu manejo adequado é crucial para evitar complicações e recorrências. O diagnóstico da pericardite aguda é primariamente clínico, baseado na dor torácica característica, atrito pericárdico à ausculta, alterações eletrocardiográficas (supradesnivelamento difuso do segmento ST) e, por vezes, derrame pericárdico ao ecocardiograma. A etiologia é frequentemente viral ou idiopática. O tratamento da pericardite aguda baseia-se no uso de anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno ou indometacina, em doses elevadas, para controlar a inflamação e a dor. A colchicina é um adjuvante essencial, pois demonstrou reduzir significativamente as taxas de recorrência. Corticosteroides são reservados para casos refratários ou com contraindicações aos AINEs, devido ao maior risco de recorrência.
O tratamento de primeira linha para pericardite aguda geralmente consiste em anti-inflamatórios não esteroides (AINEs), como o ibuprofeno, em doses elevadas, associados à colchicina para reduzir o risco de recorrência.
A colchicina é adicionada ao tratamento com AINEs para pericardite aguda devido às suas propriedades anti-inflamatórias e sua capacidade de reduzir significativamente a taxa de recorrência da doença.
A hospitalização é indicada em casos de pericardite aguda com sinais de alto risco, como febre alta, imunossupressão, trauma, uso de anticoagulantes, miopericardite, tamponamento cardíaco ou falha ao tratamento ambulatorial.
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