Perfuração Uterina na Histeroscopia: Manejo e Conduta

UFRJ/HUCFF - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Paciente de 45 anos com sangramento uterino anormal e visualização de pólipos endometriais na USG transvaginal. É submetida a histeroscopia ambulatorial sem energia. Ao realizar o exame, com dificuldade por conta de estenose de orifício interno, o histeroscopista observa que perfurou o útero. A conduta mais adequada, neste momento, para esta paciente é:

Alternativas

  1. A) Observação clínica criteriosa por 2 horas.
  2. B) Laparoscopia exploradora imediata.
  3. C) Reposicionamento do histeroscópio e continuação do exame.
  4. D) Interrupção do exame e coagulação do orifício.

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