Visão Laser - Centro Oftalmológico (SP) — Prova 2020
Considerando a necessidade de prevenção e manejo de perda de massa óssea, são recomendados os itens listados abaixo, com uma exceção que está errada. Indique o item com erro:
Suplementos de cálcio SÃO usados se a dieta não atinge a ingesta diária recomendada.
A suplementação de cálcio é uma estratégia importante na prevenção e manejo da perda de massa óssea quando a ingestão dietética é insuficiente. A alternativa D está incorreta ao afirmar que suplementos não podem ser usados.
A prevenção e o manejo da perda de massa óssea, que pode levar à osteopenia e osteoporose, são pilares importantes na geriatria e na saúde da mulher. A ingestão adequada de cálcio e vitamina D é fundamental para a manutenção da densidade mineral óssea e a redução do risco de fraturas. As recomendações dietéticas são a primeira linha, mas a suplementação desempenha um papel crucial quando a dieta é insuficiente. As diretrizes atuais preconizam uma ingestão diária de cálcio de 1.000 mg para homens até 70 anos e mulheres na pré-menopausa, e 1.200 mg para mulheres pós-menopausa e homens acima de 70 anos. A vitamina D é igualmente vital, com o objetivo de manter os níveis séricos de 25-OH vitamina D acima de 30 ng/mL, pois ela é essencial para a absorção intestinal de cálcio. A principal fonte de vitamina D é a exposição solar, mas a suplementação é frequentemente necessária. Embora a ingestão de cálcio através da dieta (leite e derivados, vegetais de folhas verdes escuras) seja sempre a abordagem preferencial, a realidade é que muitos indivíduos não atingem as recomendações apenas com a alimentação. Nesses casos, a suplementação de cálcio, muitas vezes combinada com vitamina D, é uma estratégia terapêutica e preventiva validada e amplamente utilizada. A afirmação de que suplementos de cálcio não podem ser usados é, portanto, incorreta e contrária às práticas clínicas baseadas em evidências para a saúde óssea.
A recomendação diária de cálcio varia, mas geralmente é de 1.000 mg para homens até 70 anos e mulheres pré-menopausa, e 1.200 mg para mulheres pós-menopausa e homens acima de 70 anos, visando a prevenção da perda óssea.
A suplementação é indicada quando a ingestão dietética de cálcio é insuficiente para atingir as recomendações diárias e quando os níveis séricos de 25-OH vitamina D estão abaixo do ideal (geralmente <30 ng/mL), especialmente em indivíduos com risco de osteoporose.
A vitamina D é crucial para a saúde óssea porque regula a absorção intestinal de cálcio e fósforo, mantendo os níveis séricos adequados desses minerais. Níveis insuficientes de vitamina D podem levar à diminuição da absorção de cálcio e, consequentemente, à perda de massa óssea.
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