FAMERP/HB - Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto - Hospital de Base (SP) — Prova 2024
Na Perda Auditiva Induzida pelo Ruído (PAIR) O ORGÃO Lesionado pelo nível de pressão sonora elevada (Ruído) inicialmente é o:
PAIR → Lesão inicial e primária no Órgão de Corti, especialmente nas células ciliadas externas.
A Perda Auditiva Induzida pelo Ruído (PAIR) ocorre devido à exposição prolongada ou aguda a níveis elevados de pressão sonora. O órgão mais vulnerável e inicialmente lesionado é o Órgão de Corti, localizado na cóclea, com dano primário às células ciliadas externas.
A Perda Auditiva Induzida pelo Ruído (PAIR) é uma das causas mais comuns de perda auditiva neurossensorial permanente e evitável. Ela resulta da exposição a níveis de pressão sonora elevados, seja de forma aguda (trauma acústico) ou crônica (exposição ocupacional ou recreativa). A fisiopatologia envolve danos às estruturas delicadas da cóclea. O órgão inicialmente e mais gravemente lesionado na PAIR é o Órgão de Corti, que é a estrutura sensorial da audição localizada dentro da cóclea. Especificamente, as células ciliadas externas (CCE) são as mais vulneráveis e as primeiras a serem danificadas. As CCEs são responsáveis pela amplificação e ajuste fino da audição, e sua lesão ou morte leva a uma perda auditiva irreversível, tipicamente nas frequências de 3000 a 6000 Hz, com entalhe em 4000 Hz. A prevenção é a chave para a PAIR, através do controle da exposição ao ruído e do uso de protetores auriculares. Uma vez que as células ciliadas são danificadas, a perda auditiva é permanente. O diagnóstico precoce e a intervenção para evitar maior exposição são cruciais para preservar a audição restante e melhorar a qualidade de vida dos indivíduos afetados.
O Órgão de Corti, localizado na cóclea, é a estrutura mais afetada inicialmente, com dano primário às células ciliadas externas.
O ruído excessivo gera estresse mecânico e metabólico nas células ciliadas, levando à sua disfunção e morte. Isso resulta em perda auditiva neurossensorial permanente.
A lesão das células ciliadas externas compromete a amplificação e a seletividade de frequência do som, resultando em perda auditiva, principalmente em frequências altas, e zumbido.
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