HMDI - Hospital e Maternidade Dona Iris (GO) — Prova 2021
O incentivo ao Aleitamento Materno é um grande desafio em saúde pública, considerando-se o alto índice de desmame precoce e o grande número de óbitos infantis por causas evitáveis. O aleitamento materno confere benefícios nutricionais e não nutricionais para a criança em todas as fases de sua vida. Sobre o aleitamento materno, podemos afirmar que:
Pega correta na amamentação: boca aberta, lábios evertidos, queixo na mama, aréola mais visível acima.
A pega correta é fundamental para o sucesso do aleitamento materno, prevenindo dor e fissuras mamilares, e garantindo a transferência eficaz do leite. O colostro, o primeiro leite, é rico em proteínas e fatores imunológicos, e tem menor teor de gordura e lactose que o leite maduro.
O aleitamento materno é uma intervenção de saúde pública de alto impacto, reconhecida por seus inúmeros benefícios nutricionais e não nutricionais para a criança, a mãe e a sociedade. A promoção e o apoio ao aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e continuado com alimentação complementar adequada até os dois anos ou mais são prioridades globais. Para os profissionais de saúde, compreender os aspectos fisiológicos e práticos da amamentação é fundamental para orientar e apoiar as famílias. Um dos pilares para o sucesso da amamentação é a pega correta. Uma boa pega garante a transferência eficaz do leite, estimula a produção adequada e previne problemas comuns como dor e fissuras mamilares. Os critérios de uma pega eficaz incluem a boca do bebê bem aberta, lábios evertidos, queixo tocando a mama e a aréola mais visível na parte superior. A posição da mãe e do bebê também é crucial para o conforto e a eficácia. A composição do leite humano varia ao longo do tempo. O colostro, produzido nos primeiros dias pós-parto, é um "superalimento" amarelado, rico em proteínas, anticorpos e vitaminas lipossolúveis, com menor teor de gordura e lactose. Após a apojadura, inicia-se a galactopoiese, a fase de manutenção da produção de leite, que é regulada principalmente pela prolactina (produção) e ocitocina (ejeção), ambas estimuladas pela sucção do bebê e pelo esvaziamento da mama. Condições como a anquiloglossia podem impactar a amamentação, mas nem sempre a impedem, sendo importante uma avaliação individualizada e, se necessário, intervenções como a frenotomia.
Os sinais incluem boca do bebê bem aberta, lábios evertidos (virados para fora), queixo tocando a mama, e a aréola mais visível na parte superior do que na inferior.
O colostro é o primeiro leite, de cor amarelada, rico em proteínas, vitaminas lipossolúveis (A, E, K) e fatores imunológicos, com menor teor de gordura e lactose comparado ao leite maduro.
Não, a anquiloglossia (língua presa) pode dificultar a amamentação, mas nem sempre a impede. Casos leves podem não causar problemas, e casos mais graves podem ser corrigidos com frenotomia para facilitar a pega.
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