HOA - Hospital de Olhos de Aparecida de Goiânia (GO) — Prova 2023
Trata-se de uma depressão esternal causada por um crescimento desigual das costelas inferiores (abaixo da 3a) e das cartilagens costais. É a anormalidade mais comum da parede torácica, acometendo 1 em cada 400 nascidos, predominando no sexo masculino. O reparo cirúrgico pode ser realizado por várias técnicas, incluindo osteotomia esternal, osteotomia com suporte posterior ou outra estabilização (por exemplo, uma placa de metal). Os músculos são reaproximados na linha média sobre o reparo.
Pectus excavatum = depressão esternal congênita, mais comum, com crescimento desigual de costelas inferiores.
O pectus excavatum é a deformidade mais comum da parede torácica, caracterizada por uma depressão do esterno. Embora muitas vezes assintomático, pode causar problemas cardiorrespiratórios e psicossociais, justificando o reparo cirúrgico em casos selecionados para melhorar a função e a estética.
O pectus excavatum, também conhecido como tórax em funil, é a deformidade congênita mais comum da parede torácica, caracterizada por uma depressão do esterno e das cartilagens costais adjacentes. Resulta de um crescimento excessivo e desigual das cartilagens costais inferiores (geralmente da 3ª à 7ª costela), que empurram o esterno para dentro. Acomete cerca de 1 em cada 400 nascidos vivos, sendo mais frequente no sexo masculino, e pode se manifestar desde o nascimento ou tornar-se mais evidente durante o estirão de crescimento na adolescência. Embora muitos pacientes sejam assintomáticos, o pectus excavatum pode causar compressão cardíaca e pulmonar, levando a sintomas como dispneia aos esforços, dor torácica, palpitações e intolerância ao exercício. Além disso, a deformidade estética pode ter um impacto psicossocial significativo, especialmente em adolescentes. O diagnóstico é clínico, mas exames como tomografia computadorizada de tórax são úteis para avaliar a gravidade da depressão (Índice de Haller) e o grau de compressão de estruturas intratorácicas. O tratamento do pectus excavatum é predominantemente cirúrgico, especialmente em casos sintomáticos ou com deformidade grave. As técnicas cirúrgicas visam remodelar a parede torácica, corrigindo a depressão esternal. As abordagens incluem a técnica de Ravitch (aberta, com ressecção de cartilagens e osteotomia esternal) e a técnica de Nuss (minimamente invasiva, com inserção de uma barra metálica para empurrar o esterno para fora). A escolha da técnica depende de múltiplos fatores, incluindo a idade do paciente, a flexibilidade da parede torácica e a experiência do centro cirúrgico. O objetivo é melhorar a função cardiorrespiratória e a qualidade de vida do paciente.
O pectus excavatum, ou tórax em funil, é uma depressão esternal congênita causada pelo crescimento desigual das costelas inferiores e cartilagens costais. É a anormalidade mais comum da parede torácica, afetando cerca de 1 em cada 400 nascidos vivos, com predominância no sexo masculino.
As indicações incluem sintomas cardiorrespiratórios (dispneia, dor torácica, intolerância ao exercício), impacto psicossocial significativo devido à deformidade estética, e progressão da deformidade. A cirurgia visa melhorar a função e a aparência do tórax.
As técnicas cirúrgicas incluem a osteotomia esternal, osteotomia com suporte posterior (como a técnica de Nuss, minimamente invasiva, ou a técnica de Ravitch, aberta), ou outras formas de estabilização com placas de metal. A escolha depende da idade do paciente, gravidade da deformidade e experiência do cirurgião.
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