UFES/HUCAM - Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes - Vitória (ES) — Prova 2015
É patologia ginecológica mais comum na quarta década de vida, que acarreta útero globalmente aumentado de volume, dismenorreia e hipermenorreia:
Adenomiose = útero globalmente aumentado, dismenorreia e hipermenorreia, comum na 4ª década de vida, por invasão endometrial no miométrio.
A adenomiose é caracterizada pela presença de tecido endometrial ectópico dentro do miométrio, levando ao aumento difuso do útero. Seus sintomas clássicos, como dismenorreia intensa e hipermenorreia, são resultado da inflamação e sangramento dentro da parede uterina, sendo mais prevalente em mulheres na quarta década de vida.
A adenomiose é uma condição ginecológica benigna caracterizada pela presença de glândulas e estroma endometrial dentro do miométrio, a camada muscular do útero. Essa invasão resulta em hipertrofia e hiperplasia do miométrio circundante, levando a um útero globalmente aumentado de volume. É mais comumente diagnosticada em mulheres na quarta década de vida, frequentemente multíparas. Os sintomas clássicos da adenomiose incluem dismenorreia secundária (dor menstrual que piora com o tempo), hipermenorreia (sangramento menstrual excessivo e prolongado) e dor pélvica crônica. A fisiopatologia envolve a inflamação e o sangramento cíclico do tecido endometrial ectópico dentro do miométrio, causando dor e aumento do volume uterino. O diagnóstico é frequentemente clínico, baseado nos sintomas e no exame físico (útero aumentado e doloroso), e confirmado por exames de imagem como ultrassonografia transvaginal ou ressonância magnética. É crucial diferenciar a adenomiose de outras patologias como miomatose uterina e endometriose, que podem apresentar sintomas semelhantes. O tratamento varia de manejo sintomático (AINEs, contraceptivos hormonais) a opções cirúrgicas, como a histerectomia, para casos refratários ou quando a fertilidade não é mais desejada.
Os sintomas clássicos da adenomiose incluem dismenorreia intensa (dor menstrual que piora com o tempo), hipermenorreia (sangramento menstrual excessivo e prolongado), dor pélvica crônica e, em alguns casos, dispareunia. O útero pode estar globalmente aumentado e doloroso à palpação.
A adenomiose é a presença de tecido endometrial dentro do miométrio, causando aumento difuso do útero. A endometriose é a presença de tecido endometrial fora do útero. A miomatose uterina são tumores benignos de músculo liso do útero, que causam nódulos bem definidos.
O tratamento da adenomiose pode ser clínico, com anti-inflamatórios, contraceptivos hormonais ou DIU hormonal (levonorgestrel) para controlar os sintomas. Em casos refratários ou quando a paciente não deseja mais gestar, a histerectomia é o tratamento definitivo.
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