Santa Casa de Belo Horizonte (MG) — Prova 2024
O partograma é um instrumento proposto pela OMS que auxilia a evolução do trabalho de parto, com dados evolutivos da apresentação fetal, altura da apresentação, dilatação do colo uterino, bef, dinâmica uterina, se a bolsa rompeu, entre outros, cuja interpretação correta se faz necessária para segurança do bibômio mãe-filho durante o trabalho de parto. Analise o partograma a seguir: De acordo com o partograma, assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE o diagnóstico.
Partograma: dilatação cervical estacionada na fase ativa → parada secundária de dilatação.
A parada secundária de dilatação é diagnosticada quando, na fase ativa do trabalho de parto (geralmente a partir de 6 cm de dilatação), não há alteração na dilatação cervical por um período de 2 horas ou mais, apesar de contrações uterinas adequadas.
O partograma é uma ferramenta gráfica essencial para o monitoramento da evolução do trabalho de parto, permitindo a identificação precoce de desvios da normalidade e a tomada de decisões clínicas oportunas. Proposto pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ele registra a dilatação cervical, descida da apresentação fetal, dinâmica uterina, batimentos cardíacos fetais, entre outros parâmetros, em função do tempo. A interpretação correta do partograma é crucial para diagnosticar distocias do trabalho de parto. A fase ativa do trabalho de parto, que geralmente se inicia a partir de 6 cm de dilatação cervical, é caracterizada por uma progressão mais rápida. Uma das distocias que pode ser identificada é a parada secundária de dilatação, que ocorre quando não há alteração na dilatação cervical por um período de 2 horas ou mais, apesar de contrações uterinas eficazes. O diagnóstico de parada secundária de dilatação exige uma avaliação cuidadosa para identificar a causa subjacente, que pode variar desde desproporção céfalo-pélvica até contrações ineficazes ou má posição fetal. A conduta pode incluir amniotomia, ocitocina para otimizar as contrações, ou, em alguns casos, indicação de cesariana, visando sempre a segurança materno-fetal.
A parada secundária de dilatação é diagnosticada quando há ausência de progressão da dilatação cervical por 2 horas ou mais na fase ativa do trabalho de parto, com contrações uterinas adequadas.
A fase ativa prolongada é caracterizada por uma taxa de dilatação cervical mais lenta que o esperado, mas ainda progressiva. A parada secundária de dilatação, por outro lado, implica uma interrupção completa da progressão da dilatação por um período significativo.
As causas podem incluir desproporção céfalo-pélvica, contrações uterinas ineficazes (hipoatividade uterina), má posição fetal, ou analgesia epidural excessiva. A identificação da causa é crucial para a conduta.
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