UFT - Universidade Federal do Tocantins — Prova 2015
Analise o partograma abaixo da Sra. S.S., 39 anos, G4P3A0, 3 partos vaginais, que encontra-se em trabalho de parto. Assinale a alternativa CORRETA:
Parada da descida fetal com dilatação total → suspeitar de desproporção cefalopélvica ou má-posição.
A parada da descida fetal, mesmo com dilatação total, é uma distocia de progressão que sugere desproporção cefalopélvica ou má-posição fetal. Em uma multípara com histórico de partos vaginais, isso pode indicar uma alteração na apresentação ou um feto macrossômico.
O partograma é uma ferramenta gráfica essencial para monitorar a progressão do trabalho de parto e identificar precocemente distocias. Ele registra a dilatação cervical, a descida da apresentação fetal, as contrações uterinas e a frequência cardíaca fetal, entre outros parâmetros. A parada da descida fetal é definida como a ausência de progressão da apresentação fetal por um período de tempo determinado (geralmente 1 hora ou mais na fase ativa do segundo estágio do trabalho de parto, ou 2 horas se for primípara e 1 hora se for multípara, dependendo da fonte e se há analgesia). Mesmo com dilatação cervical total, a descida fetal pode ser comprometida. As principais causas incluem desproporção cefalopélvica (DCP), má-posição ou má-apresentação fetal (como occipitoposterior persistente ou deflexão), e contrações uterinas ineficazes. A identificação de uma parada da descida no partograma exige uma reavaliação clínica cuidadosa para determinar a causa. Se houver suspeita de DCP ou má-posição que não pode ser corrigida, a interrupção do parto por cesariana pode ser necessária. Em casos de contrações ineficazes, a ocitocina pode ser utilizada para otimizar a dinâmica uterina, desde que não haja obstrução mecânica.
Significa a ausência de progressão da apresentação fetal por um período de tempo determinado (geralmente 1 hora ou mais na fase ativa do segundo estágio do trabalho de parto), mesmo com dilatação cervical total.
As principais causas incluem desproporção cefalopélvica (DCP), má-posição ou má-apresentação fetal (ex: occipitoposterior persistente) e contrações uterinas ineficazes.
A conduta exige reavaliação clínica para determinar a causa. Pode incluir uso de ocitocina para contrações ineficazes ou indicação de cesariana em casos de DCP ou má-posição irredutível.
Responda esta e mais de 150 mil questões comentadas no MedEvo — a plataforma de residência médica com IA.
Responder questão no MedEvo