Nas gestantes HIV positivas, a via de parto vai depender da carga viral. Na presença de exame de contagem de carga viral com 34 semanas ou mais < 1.000 cópias/mL, na ausência de contra-indicação obstétrica, pelo Ministério da Saúde (MS) pode-se optar pelo parto vaginal. Nessa caso, além da administração do AZT venoso durante o trabalho de parto, as recomendações do MS para a melhor condução do parto vaginal e redução do risco de transmissão vertical é:
Alternativas
A) Realizar episiotomia ampla para facilitar o período expulsivo.
B) Evitar toques vaginais excessivos e usar vácuo-extrator no período expulsivo.
C) Utilizar de rotina ocitocina e realizar amniotomia para abreviar o trabalho de parto. D) Evitar o trabalho de parto prolongado com o uso de fórcipe de alívio.
D) Evitar o trabalho de parto prolongado com o uso de fórcipe de alívio.
E) Evitar episiotomia e manter a bolsa íntegra o maior período possível.
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