Paralisia Cerebral: Diagnóstico de Diplegia Espástica

MedEvo Simulado — Prova 2026

Enunciado

Um lactente de 14 meses de idade, nascido prematuro de 30 semanas de idade gestacional com peso de 1.200g, é levado à consulta de puericultura. A mãe relata que o filho ainda não consegue sentar sem apoio e que, ao tentar colocá-lo de pé, ele cruza as pernas como uma 'tesoura' e apoia-se apenas nas pontas dos pés. Ela nega que o menino tenha perdido habilidades que já possuía, mas nota que ele é 'durinho' desde os 6 meses. O histórico neonatal revela internação prolongada em UTI por 40 dias, com registro de hemorragia peri-intraventricular grau II. Ao exame físico, observa-se atraso motor global, hipertonia piramidal predominante em membros inferiores, reflexos osteotendinosos exaltados (hiperreflexia) e sinal de Babinski bilateral. Com base na principal hipótese diagnóstica, a conduta mais adequada é:

Alternativas

  1. A) Iniciar investigação para doenças neurometabólicas e degenerativas, solicitando triagem para erros inatos do metabolismo e ácidos orgânicos urinários.
  2. B) Solicitar Ressonância Magnética de crânio com urgência e aguardar o laudo para definir o início de qualquer intervenção motora ou estimulação.
  3. C) Diagnosticar Paralisia Cerebral do tipo diplegia espástica e iniciar imediatamente reabilitação multiprofissional com fisioterapia e terapia ocupacional.
  4. D) Prescrever Baclofeno por via oral para controle imediato da espasticidade e agendar retorno em 6 meses para avaliação da resposta terapêutica.

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