Paralisia Facial Periférica: Diagnóstico e Diferenciação

UNICAMP/HC - Hospital de Clínicas da Unicamp - Campinas (SP) — Prova 2025

Enunciado

Adolescente, 12a, refere dormência na hemiface direita e “olho caído” à direita há um dia. Conta que está “babando” pelo canto direito da boca quando vai beber água. Nega febre ou outros sintomas sistêmicos associados. Refere “resfriado” forte há cerca de uma semana, com cefaleia intensa, tendo feito uso de ibuprofeno com boa evolução e remissão completa dos sintomas. Exame físico: consciente e orientado, FC = 80 bpm; PA = 110/70 mmHg; sem alterações cardiocirculatórias. Exame neurológico: equilíbrio e marcha preservados, força muscular grau 5 nos quatro membros. Nota-se paralisia facial à direita, incluindo a porção superior homolateral (não consegue franzir a testa). Diante deste cenário, a hipótese diagnóstica e o exame complementar indicado para confirmação são:

Alternativas

  1. A) Paralisia facial central; tomografia computadorizada de crânio.
  2. B) Paralisia facial periférica; nenhum, o diagnóstico é clínico.
  3. C) Paralisia facial periférica; tomografia computadorizada de crânio.
  4. D) Paralisia facial central; nenhum, o diagnóstico é clínico.

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