UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2021
Uma mulher de 26 anos, G2G1, com 41 semanas de gestação, está fazendo força há 3 horas sem progresso. Nesse tempo, pelo exame vaginal, permaneceu com o colo completamente dilatado, completamente apagado, no plano 0, com a cabeça persistentemente na variedade no occipício posterior (OP). Qual das assertivas a seguir descreve acuradamente a situação?
Parada da descida = colo totalmente dilatado + ausência de descida fetal por ≥ 1h (multípara) ou ≥ 2h (nulípara).
A parada da descida fetal é definida pela ausência de progressão da descida da apresentação fetal após o colo estar completamente dilatado por um período determinado (1h para multíparas, 2h para nulíparas, ou 3h com epidural). A variedade de occipício posterior persistente é uma causa comum.
O trabalho de parto é um processo dinâmico que envolve a dilatação cervical e a descida da apresentação fetal. A falha na progressão em qualquer uma dessas fases caracteriza uma distocia, que requer avaliação e intervenção adequadas para garantir o bem-estar materno e fetal. A parada da descida fetal é uma forma de distocia de trabalho de parto que ocorre na segunda fase, após a dilatação cervical estar completa. É definida pela ausência de progressão da descida da apresentação fetal por um período prolongado (geralmente 1 hora para multíparas e 2 horas para nulíparas, podendo ser estendido para 2 e 3 horas, respectivamente, com analgesia epidural). A variedade de occipício posterior persistente, como no caso descrito, é uma causa comum de parada da descida, pois dificulta a rotação e a flexão da cabeça fetal, impedindo sua passagem pelo canal de parto. O manejo pode envolver a tentativa de rotação manual da cabeça fetal, o uso de ocitocina para otimizar as contrações, parto vaginal operatório (fórceps ou vácuo-extrator) ou, se essas medidas falharem ou forem contraindicadas, a cesariana.
A parada da descida fetal é definida pela ausência de progressão da descida da apresentação fetal por pelo menos 1 hora em multíparas ou 2 horas em nulíparas, após o colo uterino estar completamente dilatado. Com analgesia epidural, esses tempos podem ser estendidos para 2 e 3 horas, respectivamente.
As causas comuns incluem desproporção céfalo-pélvica, má-posição fetal (como occipício posterior persistente ou transversa), contrações uterinas inadequadas e distúrbios da força de expulsão materna.
A conduta depende da causa. Pode incluir a correção da má-posição fetal (rotação manual), uso de ocitocina para otimizar contrações, parto vaginal operatório (fórceps ou vácuo-extrator) ou, em casos de falha ou contraindicação, cesariana.
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