PCR no Trauma: Abordagem Imediata e Prioridades

UNIFESO/HCTCO - Hospital das Clínicas de Teresópolis Costantino Ottaviano (RJ) — Prova 2019

Enunciado

Uma mulher de 28 anos estava em uma colisão de veículos a poucos metros do hospital e foi levada agonizante ao atendimento de emergência por testemunhas do acidente. Apesar de usar cinto de segurança, a paciente viajava no banco da frente e a colisão foi frontal. Há relato de óbito do motorista na cena do acidente. Após posicioná-la na maca com colar cervical, ao exame físico primário, a paciente apresentou ausência de respiração espontânea e parada cardiorrespiratória. Após iniciar reanimação com massagem cardíaca externa, a melhor conduta, nesse momento, é:

Alternativas

  1. A) Toracotomia de reanimação na sala de emergência.
  2. B) Cardioversão sincronizada, se o ritmo cardíaco na monitorização for fibrilação ventricular.
  3. C) Reanimação por 30 minutos. Se houver insucesso, preencher a declaração de óbito como politraumatismo.
  4. D) Punção de acesso venoso central para início de drogas vasoativas.
  5. E) Exames da cavidade oral e procura por corpo estranho; Intubação orotraqueal e acesso intraósseo ou flebotomia concomitantes com as compressões torácicas.

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