PCR Ritmo Chocável: Desfibrilação e RCP no ACLS

UDI Hospital - Hospital UDI São Luís (MA) — Prova 2018

Enunciado

Paciente de 42 anos, portador de cardiomiopatia dilatada idiopática, interna na UTI com sepse de foco pulmonar, apresentando taquidispneia, edema de membros inferiores e hiperlactatemia. É dada sequência ao pacote de 6h para sepse, já previamente iniciada na emergência, mas, 2h depois, o paciente evolui com perda de consciência e sem pulso detectável ao longo de 10''. O monitor mostra o ritmo abaixo: São iniciadas as manobras de ressuscitação cardiopulmonar, incluindo compressões torácicas na frequência de 100- 120min e ventilação bolsa-válvula-máscara. Em menos de um minuto, o desfibrilador chega ao local da intercorrência. A melhor sequência de condutas a partir daí é:

Alternativas

  1. A) Manter a RCP até que se conclua o ciclo de 2 minutos, realizando, em seguida, desfibrilação.
  2. B) Interromper RCP e promover desfibrilação imediata, checando em seguida o ritmo e o pulso. Caso persista ritmo chocável, promover novamente desfibrilação.
  3. C) Interromper RCP e promover cardioversão sincronizada, checando em seguida o ritmo e o pulso. Caso persista o ritmo, cardioverter novamente com carga maior.
  4. D) Interromper RCP e promover desfibrilação imediata, reiniciando em seguida as manobras de ressuscitação por 2 minutos. 
  5. E) Discutir os 5H5T com a equipe e, havendo suspeita de hipóxia ou ventilação insuficiente via bolsa-válvula-máscara, promover intubação orotraqueal.

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