HOB - Hospital Oftalmológico de Brasília (DF) — Prova 2015
Na parada cardiorrespiratória em pediatria, o ritmo mais frequentemente encontrado é:
PCR pediátrica → Assistolia é o ritmo mais comum, geralmente secundária a hipóxia/choque.
Diferente dos adultos, onde a FV é mais comum, a PCR em crianças é frequentemente de origem respiratória ou circulatória, levando à bradicardia progressiva e, finalmente, à assistolia. A identificação precoce e intervenção são cruciais.
A parada cardiorrespiratória (PCR) em pediatria é uma emergência médica grave, com etiologia e ritmos de parada distintos dos adultos. Enquanto em adultos a fibrilação ventricular (FV) é o ritmo inicial mais comum, em crianças, a PCR é predominantemente secundária a insuficiência respiratória ou choque, que progridem para bradicardia grave e, finalmente, assistolia. A compreensão dessa diferença é fundamental para o reconhecimento e manejo adequados. A fisiopatologia da PCR pediátrica está frequentemente ligada à hipóxia e acidose, que levam à disfunção miocárdica progressiva. O diagnóstico precoce de insuficiência respiratória ou choque e a intervenção imediata podem prevenir a progressão para a PCR. Os sinais de alerta incluem taquipneia, taquicardia, alteração do nível de consciência e má perfusão. O tratamento da PCR pediátrica segue as diretrizes do PALS (Pediatric Advanced Life Support), enfatizando a importância da ventilação e oxigenação adequadas, além das compressões torácicas de alta qualidade. A adrenalina é a droga de escolha para assistolia e atividade elétrica sem pulso. A desfibrilação é reservada para ritmos chocáveis (FV/TV sem pulso), que são menos frequentes em crianças.
O ritmo mais frequentemente encontrado na parada cardiorrespiratória pediátrica é a assistolia, geralmente precedida por bradicardia grave e progressiva, refletindo a etiologia hipóxica ou isquêmica.
As principais causas de PCR pediátrica são de origem respiratória (insuficiência respiratória) e circulatória (choque), levando à hipóxia e acidose, que culminam em disfunção miocárdica e assistolia.
O manejo pediátrico foca na ventilação e oxigenação adequadas, além das compressões torácicas, e a desfibrilação é menos comum devido à baixa incidência de ritmos chocáveis como FV/TV sem pulso.
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