INEP Revalida - Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos — Prova 2023
Um pré-escolar aguardando um atendimento eletivo foi vítima de colapso súbito em ambiente intra-hospitalar; parece inconsciente e está cianótico.De acordo com as diretrizes do suporte avançado de pediatria (2020), deve-se, inicialmente,
PCR pediátrica intra-hospitalar: avaliar responsividade → chamar ajuda → pulso carotídeo + respiração (simultâneo) → pulso ausente → 15:2 compressões/ventilações.
Em um colapso súbito pediátrico intra-hospitalar, a sequência correta é avaliar responsividade, chamar ajuda, e então simultaneamente checar pulso (carotídeo em crianças maiores/adolescentes, braquial em lactentes) e respiração. Se o pulso for ausente ou <60 bpm com sinais de má perfusão, iniciar compressões torácicas na relação 15:2 (para 2 socorristas).
A parada cardiorrespiratória (PCR) pediátrica é um evento devastador, com alta morbimortalidade. Em ambiente intra-hospitalar, a identificação precoce e a intervenção imediata são cruciais para melhorar os desfechos. As diretrizes do Suporte Avançado de Vida Pediátrico (PALS) de 2020 enfatizam uma abordagem sistemática e rápida. A avaliação inicial de um pré-escolar em colapso súbito deve seguir uma sequência clara: primeiro, verificar a responsividade da criança. Se não houver resposta, deve-se chamar por ajuda imediatamente. Em seguida, simultaneamente, palpar o pulso (carotídeo ou femoral em crianças maiores, braquial em lactentes) e verificar a respiração por no máximo 10 segundos. Se o pulso for ausente ou lento (<60 bpm com sinais de má perfusão), as compressões torácicas devem ser iniciadas sem demora. A relação compressão-ventilação recomendada para dois socorristas em crianças é de 15 compressões para 2 ventilações, com profundidade de compressão de pelo menos um terço do diâmetro anteroposterior do tórax (aproximadamente 5 cm). A qualidade das compressões é mais importante do que a frequência excessiva.
A sequência é: avaliar responsividade, chamar por ajuda, e então simultaneamente verificar pulso (carotídeo ou femoral em crianças, braquial em lactentes) e respiração por no máximo 10 segundos.
Para dois socorristas, a relação recomendada é de 15 compressões torácicas para 2 ventilações, para minimizar interrupções nas compressões.
As compressões devem ser iniciadas se não houver pulso palpável ou se o pulso for <60 bpm com sinais de má perfusão, mesmo com respiração presente.
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